5 formas de combater na infância a discriminação com pessoas modificadas

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Vamos colaborar para que tenhamos pessoas melhores no futuro?

Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar.”
Nelson Mandela

Trabalhar arduamente para que as crianças aprendam a respeitar as diferenças é fundamental para que possamos vislumbrar um futuro menos asfixiante e menos tóxico. É um trabalho que precisa acontecer em casa, na escola e em todos outros espaços que circulamos.

Uma simples conversa já é um primeiro passo de outros tantos que precisarão ser dados. Lembre-se: cuidar das crianças hoje é cuidar de pessoas que serão futuras cidadãs. É cuidar do nosso futuro enquanto sociedade. É cuidar de pessoas que vão estudar, votar, trabalhar… Pessoas que vão espancar aquelas que são diferentes delas nas ruas ou não. Pessoas que vão incendiar indígenas ou não. Pessoas que vão agredir LGBTs na rua ou não. Pessoas que vão rir com a tortura de seres humanos e animais ou não. Percebe o tamanho da responsabilidade que temos?

Precisamos tratar com mais ternura e carinho o futuro da nossa humanidade. Para que a humanidade de nenhuma pessoa seja negada. Vamos começar?

  1. Colabore na construção educacional das crianças para o respeito das pluralidades humanas. Apresente e desbrave o mundo com o entendimento claro de uma das suas mais fundamentais características: a diversidade.
  2. Valorize e incentive o comportamento respeitoso e sem preconceito em relação à diversidade étnico-racial, de cores, religiosa, sexual, de gênero, de formas e tamanhos corporais, de idade e formas de estar no mundo. Lembre-se também de valorizar e incentivar o respeito em relação à subjetividade e neurodiversidades das pessoas.
  3. Ajude a escola de suas filhas, filhes e filhos a adotarem a postura de ensinar sobre a história e a cultura de diferentes etnias e culturas. Muitas técnicas de modificações corporais que vemos hoje, estão conectadas com culturas milenares. Podemos e precisamos aprender muito, por exemplo, com os estudos da cultura indígena e africana.
  4. Proporcione e estimule a convivência de crianças com diferentes grupos de pessoas nas brincadeiras, nas salas de aula, no cinema, no teatro, no parque, em casa ou em qualquer outro lugar. Lembre-se o estranho muitas vezes é só aquilo que não conhecemos. Estar em contato de quem é diferente de nós nos ajuda a ampliar o olhar sobre o mundo. Nos ajuda na construção da empatia e tantos outros sentimentos fundamentais para uma sociedade mais justa.
  5. Reforce sempre com as crianças que aparência não define moral e que nenhuma pessoa deve ser discriminada por ser quem é. Sublinhe que o respeito da dignidade de uma pessoa é um direito humano básico e universal e precisa ser preservado.

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