Implantes Transdermais

0 Flares 0 Flares ×

Uma das modificações corporais que mais me encanta é o implante transdermal. Talvez pelas possibilidades quase lúdicas e estética pós humana.
A idéia de ter pontos de metais saindo do corpo é realmente admirável. Todavia, a modificação em questão gera opiniões controversas sobre fazer ou não fazer. O site BMEzine faz contra recomendações ao transdermal visto a quantidade de complicações, alguns profissionais também aconselham que não se faça e outros vão defender a prática e continuam estudando para o seu respectivo aperfeiçoamento. A idéia do Beautification é explorar o cenário brasileiro da modificação corporal, porém, visto a baixa quantidade de profissionais devidamente capacitados que trabalhem com o transdermal, resolvi recorrer à vários cantos e inclusive ao “pai dos implantes trans e subdermais”, Steve Haworth. Nesse artigo trago opiniões de profissionais brasileiros, estrangeiros e também de pessoas que fizeram a modificação corporal aqui e no mundo. Confira abaixo!

Dos profissionais brasileiros:
No Brasil conversamos com os profissionais André Fernandes, Dark Freak e Paulo Vitor, todos de São Paulo.

T. Angel: Aproximadamente quantos implantes transdermais você já fez?
André Fernandes: 14.
Dark Freak: Na verdade eu apenas removi transdermais. Tenho trabalhado mais com subdermal 3D-Art Implant, que são outras peças, mas o procedimento é o mesmo. A única diferença é que no transdermal temos que fazer uma incisão com o punch para que a peça fique aparente através da epiderme.
Paulo Vitor: Somente 2.
T. Angel: Qual a maior dificuldade em relação ao procedimento num geral?
André Fernandes: O que sempre temo são as anestesias e o maior problema é a remoção.
Dark Freak: Todo procedimento em si tem suas dificuldades, algumas vezes inesperadas. Particularmente não vejo uma dificuldade esperada, creio que o mais difícil nesse procedimento seja a remoção, pois as peças do transdermal tem a base com aberturas vazadas, o que faz com que na cicatrização a epiderme e a derme se entrelacem por entre a peça, dificultado assim a saída da mesma.
Paulo Vitor: Acredito que o maior problema do procedimento seja a cicatrização.

T. Angel: Sabemos que é um procedimento bastante intenso e com grande chance de rejeição. O que torna tal modificação tão passível de “erro”?
André Fernandes: É feito o procedimento de implante, só que temos o furo em torno do transdermal, o que ajuda a contaminar o local. E por ser uma peça grande é muito mais fácil de se mover.
Dark Freak: O que interfere na cicatrização de um transdermal é que a incisão aberta na epiderme pra saída da base fica como um campo aberto com um “corpo estranho” fazendo a ligação interna com a externa. Mesmo assim boa parte dos procedimentos são bem sucedidos, é um implante muito sensível, pequenas “pancadas” com ele em bom aspecto de cicatrização o retardam pouco ou completamente.
Paulo Vitor: Realmente o procedimento exige bastante estudo e conhecimento, mas desde que seja feito por um bom profissional e dentro dos padrões, tudo depende do organismo da pessoal que recebe o implante.
T. Angel: Além da dificuldade de aceitação do corpo, uma outra dificuldade é em relação a encontrar peças para o procedimento. Tal dificuldade se dá por qual motivo em sua opinião?
André Fernandes: É muito difícil uma empresa de piercing fabricar peças para implantes. (procedimentos ilegais)
Dark Freak: Creio que essa dificuldade de encontrar as peças aqui seja por conta de poucos procedimentos, e como não se tem fabricante aqui no Brasil, encomendamos o número de peças exato pra cada procedimento agendado.
Paulo Vitor: Normalmente não é difícil se encontrar boas peças fora do Brasil. Acho que o que ocorre no Brasil é uma falta de interesse das indústrias em fabricar peças para esse tipo de procedimento ou importem essas peças de fora.

T. Angel: Quais os principais profissionais que trabalham com o transdermal no mundo?
André Fernandes: Hoje em dia diminuiu bastante, depois que surgiram os microdermais. Acredito que Lukas Zpira, Steve Haworth, Samppa, XpureX, Emilio Gonzalez, Rata, eu (André Fernandes) e deve ter mais alguns.
Dark Freak: Temos bons profissionais por todo o mundo, irei citar nomes conceituados por conta da pergunta e por serem os que mais vi realizando esse tipo de trabalho: Steve Haworth, Samppa e Emilio Gonzáles.
Paulo Vitor: Steve Haworth, Lukas Zpira, Samppa e Howie.
T. Angel: Qual o valor médio do procedimento?
André Fernandes: Eu cobro assim: 1 peça implantada por R$250,00 e as demais, se for colocada no mesmo local, R$100,00.
Dark Freak: Em média R$ 500,00 o procedimento com uma peça.
Paulo Vitor: Isso varia muito de profissional para profissional. Comigo o valor mínimo é de R$ 400,00.
T. Angel: É de conhecimento geral que o processo de cicatrização é variável de pessoa para pessoa, todavia, o que é comum acontecer durante o processo? Qual o tempo de cicatrização?
André Fernandes: É comum vermelhidão e secreção. Em média o tempo de cicatrização pode ser de 8 meses a 1 e meio, depende do local e da pessoa.
Dark Freak: Ao terminar o procedimento, nas primeiras semanas a epiderme volta a se unir com a derme, onde foi feita a incisão se fecha ao redor da peça, nesse processo se tem dores leves. Difícil dizer com total precisão o tempo de cicatrização, a partir do primeiro mês visualmente e sensitivamente se está bem, mas uma cicatrização completa leva de oito meses a um ano.
Paulo Vitor: O que mais vi acontecer foram o surgimento de abcessos e infecções generalizadas quando feitos uns muito próximos dos outros. No mínimo 4 meses, podendo variar de organismo para organismo.
T. Angel: O que é possível encontrar no Brasil em relação a modificação em questão?
André Fernandes: Aqui é possivel encontrar peças em aço e de muito bom acabamento. Aqui que foi criado o transdermal de 3 furos, por mim e um amigo que fabrica as peças até hoje.
Dark Freak: No Brasil em termo de uma mídia focada teremos o próprio “Frrrkguys.com”. Sempre se tem muitas especulações se procurar, não é uma afirmação, mas a modificação em questão é pouca por aqui.
Paulo Vitor: No Brasil a única coisa fácil de se encontar são os punchs, alguém que possa produzir as ferramentas para o procedimento e alguns profissionais competentes. Já vi algumas peças por aqui, mas raramente de qualidade.

T. Angel: Como profissional, deixe uma nota para quem quer ter um transdermal no corpo?
André Fernandes: Pra quem tem e está curado é uma ótima modificação. Para quem pensa em fazer, eu acho um procedimento caro, com muitos riscos de problema e aconselho fazer um microdermal, que é o mesmo efeito, menos chance de problema e mais barato.
Dark Freak: O transdermal é uma modificação muito estética que nos permite uma variedade de “peças externas” pra rosquear, no entanto é um tanto “delicada” e exige cuidados. A mesma litania de sempre, procurar um profissional que esteja apto a realizar o procedimento “durante e pós”, especule o máximo assim tirando suas dúvidas.
Paulo Vitor: Como em todo e qualquer procedimento, procure alguém com
experiência e capacidade. Questione o profissional, faça perguntas, procure conhecer os trabalhos do mesmo, conversar com alguém que já tenha um trabalho dele. Body modification é coisa séria e pode trazer riscos a sua saúde quando feitas por uma pessoa inexperiente.

Procedimentos de remoções de transdermais por Dark Freak

Dos profissionais de outros parte do globo:

Conversamos com o grande modifier francês Lukas Zpira, que nos falou tanto sobre o seu trabalho com o transdermal, quanto de sua experiência pessoal com a técnica. Ainda na França conversamos também com Roman Hertz.
O argentino Rata – que inclusive sempre visita o Brasil – também nos concedeu uma entrevista. Outro profissional bastante conceituado é o canadense Russ Foxx que vai completar o quadro de profissionais internacionais entrevistados.

T. Angel: Aproximadamente quantos implantes vocês já fizeram?
Lukas Zpira: Não estou, mas uma vez que o mínimo é três ou mais (média 5) por cada pessoa… Estou fazendo 6 pessoas por ano, então eu acho que eu fiz pelo menos 300 transdermais.
Rata: Eu tenho feito uns 10 transdermais.
Roman Hertz: Acho que eu fiz algo em torno de 10 procedimentos. Frequentemente no peito, cabeça ou testa, então acredito que tenha feito em torno de 30 ou mais transdermais.
Russ Foxx: Eu fiz 10 transdermais.

T. Angel: Qual é a maior dificuldade com o procedimento em geral?
Lukas Zpira: O procedimento inteiro não é fácil. Sangramento, a colocação, a separação de tecidos quando na cabeça. Mas eu não acho que seja um procedimento difícil para um profissional experiente. O processo leva entre 30 e 45 minutos normalmente, até para colocar duas linhas de implantes. Algumas vezes ouço que pessoas levam 2 horas ou mais no procedimento, pra mim é loucura e meio demais.
Rata: Creio que todo procedimento dentro da modificação corporal tenha dificuldades, já que cada corpo é diferente. Mas na verdade, é que eu não encontro uma dificuldade particular com respeito as outras técnicas.
Roman Hertz: Os garotos abaixo de suas mãos! risos
Eu não acho que fazer implantes seja difícil quando você foi treinado corretamente. O mais difícil é manter bem as pessoas que você está modificando e fazer com que ele (ela) tenham um bom momento mesmo que isso doa.
Russ Foxx: O procedimento não é muito mais difícil que qualquer outro procedimento de implante, mas um pouco mais invasivo.

T. Angel: Sabemos que é um procedimento bastante intenso e com grande chance de rejeição. O que torna tal modificação tão passível de “erro”?
Lukas Zpira: Não há tantas rejeições. Na verdade eu penso que quase nunca se o procedimento é feito corretamente. Mas, existe um pouco. Eles nunca cicatrizam corretamente. Você pode estabiliza-los, mas nunca cicatriza-los. Principalmente por causa do design da peça que é de algum modo errada e nunca foi mudada até o momento para melhora-los.
Rata: O erro que eu posso perceber, colocar o transdermal em uma zona não adequada e o material da jóia e o formato, esses motivos são os que podem causar uma possível recusa.
Roman Hertz: Não concordo com isso. Um bom transdermal, bem feito, não tem muitas chances de rejeitar. O que torna tal modificação tão passível de “erro”? Peças ruins e um body piercer ruim, acho que nada mais.
Russ Foxx: Qualquer pocketing exige uma drenagem adequada afim de ficar feliz. Essa regra vale para dermal anchors e transdermais da mesma forma. Eles podem se irritar com facilidade quando o corpo está sobre algum tipo de estresse, ou batendo eles, ou enroscando eles em coisas, podem rapidamente causar problemas também. Essa combinação de riscos geralmente fazem transdermais serem um risco que não muitas pessoas queiram lidar.

T. Angel: Quem foi o professional que fez os seus?
Lukas Zpira: Steve Haworth fez 7 mas eu tive que remover 4 por conta de um pequeno acidente e pelo fato de ter tido muitos problemas devido ao fato de que eles eram em aço inoxidável e não em titânio. Samppa fez mais 4 pra mim, estou muito satisfeito com eles.
Roman Hertz: Meus transdermais e todas as minhas body mods foram feitas pelo mesmo rapaz: Urd, um body piercer francês que trabalha próximo de Paris. www.body-r-evolution.net
O processo é muito, muito, MUITO, extenso. Alguns meses atrás eles tinham uma boa aparência e agora, dois anos depois, eu tenho às vezes algumas escaras pela manhã, mas nada ruim. Eu nunca coloco antiséptico ou qualquer coisa do tipo neles, de vez em quando uma solução em sal e nada mais.

T. Angel: Quanto tempo faz que estão com eles?
Lukas Zpira: Eu tenho os meus desde 2001.
Roman Hertz: Eu fiz o meu faz 2 anos agora.

Procedimentos por Rata, Russ Foxx, Lukas Zpira,  Urd

Especial com Steve Haworth

Steve Haworth muito gentilmente nos atendeu colaborando com a construção desse artigo. O implante transdermal, assim como o subdermal, foram desenvolvidos por ele nos anos 90. Sem dúvida alguma é um dos profissionais mais importantes e ativos dentro do cenário da modificação corporal mundial.

T. Angel: Quando você começou a trabalhar com a idéia do implante transdermal?
Steve Haworth: O conceito e a criação dos primeiros transdermais são do início de 1994.

T. Angel: O que você poderia nos dizer sobre o primeiro teste em humano?
Steve Haworth: A primeira pessoa que fez o transdermal implante foi o Joe Alword. Esses transdermais eram a primeira geração e levaram aproximadamente um ano para cicatrizar. Ele originalmente fez o “moicano de metal” – quatro pontas de transdermais no topo da cabeça dele. Quatro ano depois ele colocou mais seis transdermais, que eram da segunda geração, no lado esquerdo e direito de seu moicano. Eles levaram algo em torno de quatro meses para cicatrizar, devido ao design melhorado. Depois de 8 anos e meio, ele removeu os implantes por conta de frustrações com a interação do público.

T. Angel: Aproximadamente quantos transdermais você fez?
Steve Haworth: Eu perdi a conta, mas eu tenho feito implantes em algum lugar entre duas e três centenas de pessoas.

T. Angel: Qual é a maior dificuldade com o procedimento em geral?
Steve Haworth: Os maiores problemas com transdermais é quando eles são colocados no couro cabeludo. Fios de cabelo, sujeira e óleo entram no local do transdermal e podem causar pequenas infecções. Com os transdermais de terceira geração, que é o que eu uso atualmente, fora do couro cabeludo, eu tenho uma taxa de sucesso bem elevada. Alguém tinha produzido alguns transdermais de um grau inferior de aço inoxidável e a maioria das pessoas que tiveram esses transdermais ruins, tiveram um alto índice de rejeição. Eu uso somente implantes de aço inoxidável de classe, que é um grau superior de aço cirúrgico.

T. Angel: Sabemos que é um procedimento bastante intenso e com grande chance de rejeição. O que torna tal modificação tão passível de “erro”?
Steve Haworth: De novo, com a terceira geração de transdermais, desde que eles não sejam colocados no couro cabeludo, há um alto nível de sucesso. Se eles são colocados no couro cabeludo, o nível de sucesso desce. Isso vai variar de pessoas para pessoa. Os mais velhos transdermais no couro cabeludo estão com 11 anos de idade, com completo sucesso. Eu sinto que minha terceira geração de transdermais tem uma altíssima taxa de sucesso, e é o que eu recomendaria para o uso profissional.

T. Angel: Algum aviso para aqueles que querem um transdermal?
Steve Haworth: Espere um longo período de cicatrização e um bom regime de cuidados posteriores para assegurar o sucesso.

Dos que fizeram o procedimento no Brasil e no mundo:

Entender a parte técnica é essencial, mas ouvir quem passou pelo processo do transdermal, seja do implante ou a remoção, é tão importante quanto. No Brasil falamos com Muse from Hell e a mestre em artes Priscilla Davanzo. O performer alemão Jon John também vai narrar sua experiência. Teddy Engelke da Suécia vai contar sobre o seu processo com o transdermal e suas consequências.
Vale pontuar que a Priscilla Davanzo implantou as peças no peito e todos os outros em diferentes regiões da cabeça.

T. Angel: Em resumo, como foi o procedimento?
Muse from Hell: Das minhas modificações extremas, foi a mais tranquila. Optamos por fazer só uma incisão central, o que facilitou a cicatrização. O pós-operatório, foi quase indolor.
Estava tão bem que no mesmo dia, fiz performance no Madame Satã. Usei uma peruca pra esconder a cabeça raspada e os curativos. Risos
Priscilla Davanzo: Os transdermais foram implantados em meu corpo para um trabalho de arte chamado “Input/Output”.
Foi filmado pela National Geographic TV para o episódio Body Canvas da 3ª temporada do Taboo. Até onde sei não passou nunca na Natgeo America Latina/Brasil, mas na gringa (Europa/EUA) passa toda hora.

T. Angel: Quem fez o seu transdermal? Quando?
Jon John: O procedimento foi feito por Bastien, meu parceiro, e Lukas Zpira.
Muse from Hell: O Pinguim e o Till, do Vatos Tatoo. Fui a primeira em quem eles botaram chifres!! risos
Foi em 2006, acho – não me fixo muito em datas.
Priscilla Davanzo: Quem fez foi o André Fernandes em 2004. Quem tirou foi o sick [body tunning] em 2010. Foram 6 anos.
Teddy Engelke: Jussi da Finlândia que trabalhava no MadMax. Não consigo lembrar o nome do Shop, mas era MadMax Shop em Tampere, Finlândia. Março de 2004.

T. Angel: Já teve algum problema com a mod?
Jon John: Eu os removi depois de 3 anos. Eles foram colocados em um local difícil, eu até deveria dizer “local errado” em minha testa, mas foi feito totalmente de propósito, uma vez que foram colocados para segurarem diferentes tipos de próteses, desenvolvidas e criadas por mim mesmo para diferentes projetos de arte. Todo o procedimento foi filmado e o projeto inteiro será exibido em breve. A propósito, nós (eu e Lukas) estamos trabalhando em uma nova geração de implante transdermal, com um melhor resultado de cicatrização, em breve!!!
Muse from Hell: Quando ainda estava cicatrizando, eu trabalhava como bartender e a tampa do freezer caiu em cima do implante. Vi estrelinhas!
Em outra ocasião, fazendo figuração em uma cena de festa (no seriado Alice da HBO), toda hora alguém esbarrava e os chifres voavam longe. Nos intervalos eu tinha que procurá-los no chão e recolocá-los mesmo inflamados, para não dar erro de continuidade nas filmagens.
Teddy Engelke: Eu os tive por 16 meses e fiquei muito triste em remove-los. Eles eram parte de mim naquele momento. Eu realmente chorei quando voltei pra casa no dia depois da remoção. É também um pouco triste descobrir que quem removeu os implantes fez errado, o que me deixou com um monte de cicatrizes. Eu não ligo muito mais, mas é meio que triste ter sido assim.
A razão pela qual eu tive que remover os implantes foram minha própria culpa eu acho. Eu não dei cuidei tão bem dos transdermais quanto eu deveria.

T. Angel: Quais os prós e contras em relação ao transdermal?
Muse from Hell: Eu acredito que a cicatrização seja mais lenta e o risco de inflamações seja maior do que de um implante subcutâneo devido ao atrito da pele com a parte externa do implante. Os meus implantes no couro cabeludo sempre inflamam porque a região é muito maleável.
Para mim a vantagem é a versatilidade. Posso mostrá-los ou escondê-los quando quero ou quando preciso. Sou Muse from Hell, mas às vezes sou Milzen from Heaven. Risos
Priscilla Davanzo: Prós: é lindo e sintético. O fato de não ter um ponto de entrada e um de saída [como as perfurações] é o que traz a leveza. Gosto da idéia de que o dentro e o fora do corpo ficam sem lugar.
Contra: por não terem uma camada de pele fechando, ficam com o interior exposto e tendem a volta e meia ficarem sensíveis

Procedimento, pós, rejeição e remoção do transdermal de Teddy:

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 LinkedIn 0 Pin It Share 0 Reddit 0 Email -- 0 Flares ×

About T. Angel

No cenário da modificação corporal brasileiro desde 1997, inicialmente como entusiasta e posteriormente atuando no campo da pesquisa. Parte de seu trabalho está incluso no livro "A Modificação Corporal no Brasil - 1980-1990" e grande parte depositada aqui no FRRRKguys.com.br.