O corpo no combate contra a homo e transfobia

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tumblr_lplvocpycp1qlt79co1_500(Foto: Robert Siegelman)

Não seremos longo. A mensagem é clara e objetiva. O FRRRKguys é declaradamente contra a homo e a transfobia. Acreditamos que quem acompanha o nosso trabalho saiba disso e talvez dizer isso seja apenas reproduzir o óbvio. Todavia é importante que a gente diga e repetidamente com todas as letras a nossa posição. Quando escrevemos “a gente”, queremos dizer empresas, pessoas, celebridades, políticos, artistas e todxs que de fato se importam com os direitos humanos, inclusive você!
Não é possível mais haver espaço para o texto cretino do “eu sou contra homo e transfobia, mas…“, não existe o mas. Pensando a questão da homo e transfobia no âmbito brasileiro, enquanto tivermos Malafaias, Bolsonaros, Felicianos e tantxs outros atuando e convertendo pessoas para o lado mais obscuro do ser humano, a gente não pode ficar em cima do muro ou atrás dele, escondidos e calados. Precisamos falar, ainda que sejamos repetitivos.

No dia 17 de maio de 1990, a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da lista internacional de doenças. Desde então a data se tornou o dia internacional de combate à homofobia. Ainda assim, atualmente no Brasil se discute no governo um tal de projeto para a “Cura Gay”. Retrocessos históricos que nunca vamos entender.

Trazendo a questão da luta contra a homo e transfobia para o campo das modificações corporais, o que fica evidente é que o corpo se torna território de resistência e combate. Desejamos que cada vez mais.
O movimento gay fez muito pelas modificações corporais modernas e saber hoje que existem profissionais e entusiastas da body mods homofóbicos é no mínimo uma piada. Todos que estudarem um pouco a história do piercing vão saber do que estou falando.

LE alrrighui(Foto de leitor do FRRRKguys exibindo sua primeira tatuagem)

Convidamos todos vocês para lerem dois textos que tratam de dada questão:
O Corpo ambientado de Felipe Moreira

Pode o body modification produzir resistência ao binarismo sexual? de Márcio Alessandro Neman do Nascimento e William Siqueira Peres.

 

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