O que podemos aprender com os erros do eyeball tattoo no Brasil?

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Foto: youtubeguidias
Essa semana circulou pelas redes sociais uma imagem de um procedimento de eyeball tattooing que deu errado. Na imagem o rapaz aparecia com o olho inchado e com traços de que a tinta havia vazado em torno do olho. Não era um vazamento pequeno como a grande maioria das pessoas que optam pela tinta de cor preta normalmente tem, era algo grande.

Tão logo ficamos sabendo do fato buscamos entrar em contato com o profissional que fez o procedimento, Jefferson Saiint, assim como com o cliente injuriado, Guilherme Dias. Isso tudo para entendermos o que houve e não escrevermos sem propriedade ou conhecimento de causa. Há uma necessidade de se alertar sobre os riscos, para que outras pessoas não tenham problemas, inclusive mais sérios.

Importante falar que não é a primeira vez que acontecem denúncias públicas sobre o trabalho do Saiint. Assim como dessa vez, na ocasião anterior entramos em contato com ele e fomos prontamente atendidos e tivemos todas as dúvidas esclarecidas. Dessa vez não.
Entramos em contato, novamente explicamos que a nossa intenção era escrever algo explicativo e preventivo. Saiint parecia não querer falar sobre, tanto que até o fechamento dessa matéria não tivemos retorno algum. Nosso último contato foi na segunda-feira (08).

Conversamos com o Guilherme Dias também na segunda-feira, este por sua vez disse que gostaria de esperar mais alguns dias antes de dar algum depoimento para gente. Deixamos o canal aberto e igualmente até o momento não houve retorno por parte dele. Porém, hoje (12) o rapaz publicou um vídeo no Youtube que conta toda a situação.

No vídeo Guilherme diz que passou pelo procedimento de eyeball tattooing há seis dias com o Saiint. Achamos importante destacar a parte que ele menciona que teve o procedimento recusado pelo Rafael Leão, que por sua vez é o primeiro brasileiro a fazer o procedimento no Brasil. Fica a questão, mas se o procedimento já foi recusado por uma pessoa, por quê insistir? A questão se torna mais crítica ainda quando o rapaz afirma que não conhecia o trabalho de Jefferson Saiint. Refaçamos a pergunta então: como alguém que pretende passar por um procedimento definitivo e que oferece uma gama de riscos não se dá ao cuidado de ao menos saber quem é o profissional? Somos taxativos nesse sentido pois repetida e incansavelmente indicamos que mesmo para o body piercing básico ou a tatuagem é imprescindível que se conheça o profissional, que busque olhar um portfólio, que procure por referências. Muitas vezes uma curta pesquisa no Google resolve. Não foi o caso.
A maioria das modificações corporais são irreversíveis e oferecem riscos (baixos, médios, altos e fatais). Não exageremos ao pedir que se escolha o procedimento e o profissional com paciência e consciência, o que visivelmente não aconteceu no respectivo caso, assim como nos outros que apontaram erros.
Uma informação que o vídeo traz, e que informalmente sabemos que circula no meio, é a indicação de cuidados para o pós, ou seja, a instrução de limpar com soro fisiológico e uso de colírio que desconhecemos a composição. Importante ressaltar que a indicação de um medicamento deve ser feita, então somente, por um médico, se tratando do olho, um oftalmologista. O uso indevido de colírio por si só pode levar a cegueira ou a sérias complicações nos olhos, como podemos ver AQUI.

Temos que pensar na possibilidade de que a composição da tinta usada para colorir o olho somada da composição do colírio, pode causar também sérias complicações. Lembrem-se, nenhum body modifier no mundo está capacitado para receitar medicamento. Na dúvida, procure um centro oftalmológico.

Segundo ainda o depoimento dado em vídeo por Guilherme, a tinta vazou pelo seu rosto no dia seguinte do procedimento. Neste momento a instrução recebida foi outra, segundo o que ele conta o profissional disse que a mancha iria sair e que era pra se fazer por quarenta minutos (?) compressa com água morna e sal. Novas questões: como se chegou nesse tempo de compressa? como se chegou nesse procedimento? como foi possível afirmar que a tinta sairia se todos os outros casos mostravam o contrário? Como alguém pode simplesmente indicar compressa com salmoura para um caso como esse?
Percebam que nenhuma dessas instruções tem fundamento teórico e tão pouco foram comprovadas empiricamente. É um discurso que aparenta não levar a sério a gravidade da questão.
Além do vídeo, novas imagens começaram a circular pelas redes sociais. A comunidade da modificação corporal em sua maioria manifesta sua indignação com o ocorrido. Uma série de ataques contra Jefferson Saiint de um lado e uma série de ataques contra Guilherme Dias de outro, com ele próprio delata no vídeo.
Há uma parte dessa forma de mostrar desaprovação que não gostamos. Ficamos com a sensação de serem críticas pouco maduras e, que por sua vez, sentimos que perdemos ao não refletirmos sobre uma série de problemáticas que a insistência em fazer um procedimento errado traz. Repetimos, estão sim insistindo no erro e pior, com cada vez mais gente disposta a entregar o seu corpo a sorte de ter – quem sabe – um bom resultado.

Todos sabemos que o eyeball tattooing é um procedimento que oferece uma série de riscos graves e inclusive outros tantos “moderados”, como a possibilidade de ter a tinta espalhada para sempre em torno do olho. Shannon Larratt já escreveu sobre isso em Setembro de 2012 no Modblog, quando tivemos o primeiro registro de um vazamento grande.

Se a pessoa que pretende ter os olhos pintados definitivamente não sabe sobre os riscos, inclusive o de ter a pele em torno dos olhos manchada, então temos um primeiro grande problema. O profissional responsável pelo procedimento tem a obrigação de informar os seus clientes sobre esse risco, assim como todos os outros. Sim, repetimos, tem a obrigação.
Por outro lado, o cliente deve assumir os riscos, uma vez que aceitou por livre e espontânea vontade passar pelo procedimento. Inclusive deve assumir o risco de ficar completamente cego.

No Brasil o que percebemos desde que o procedimento começou a ser realizado aqui é que tudo tem caminhado em um sentido decrescente em qualidade e crescente em adeptos. Não vimos evolução técnica, mas retrocessos em vários aspectos: problemas básicos de assepsia e biossegurança mostrados em rede nacional pela questionável Rede Record e repetidamente em fotos de procedimentos; aumento de pessoas com vazamento de tinta; etc.

Enxergamos como problema, somando com a cadeia de retrocessos, o fato de que hoje no Brasil nenhum dos profissionais em atividade tiveram treinamento ou contato direto com a pessoa que desenvolveu a técnica, no caso, Luna Cobra. Assim como, o fato de que esses profissionais não fizeram pequenos testes para ver se daria certo o procedimento, assim como Luna Cobra o fez na ocasião com Shannon, Pauly e Josh em 2007. Lembrando que ainda assim o procedimento não seria completamente seguro, para pontuar o grau de risco que nos encontramos hoje.

Em menos de um mês tivemos uma série de pessoas passando pelo procedimento e hoje, em menos de um ano, haver tantas pessoas que já não é possível saber a quantidade exata é no mínimo assustador. Beira um problema de saúde pública.

Então, melhor que procurarmos vilões, mocinhos, culpados, inocentes, temos que parar e tentar retirar algo disso tudo que vem acontecendo na comunidade da modificação corporal nacional. Não se trata de uma concepção maniqueísta de escolher lados, mas sim de refletir sobre o todo.

Se temos profissionais não capacitados para lidar com o procedimento, temos também um alto número de pessoas que estão tratando a questão toda com tom de brincadeira. Um prato cheio para quem precisa de cobaias e que não aparenta estar preocupado com a segurança do outro. Nesse esquema bem questionável, comemora-se quando o procedimento felizmente deu certo e se apedreja quando não.
Ficamos assumidamente pasmados em ver como algumas pessoas que tem os olhos tatuados são extremamente populares em redes sociais e aparentemente apenas por conta da modificação corporal em si. Por mais que as condições precárias do procedimento sejam resumidamente essas que apresentamos aqui. Algumas dessas pessoas que se tornam celebridades eletrônicas têm mais de um perfil lotado, com milhares de seguidores, fanpages igualmente cheias e agora vem a parte que nos causa um pouco de terror, essas pessoas estão formando opinião e de certa forma colaborando para que o procedimento se espalhe deliberadamente. Nesse sentido Saiint é um exemplo e não está sozinho. Os gringos comentam, compartilham e curtem as fotos indiscriminadamente, ação que por sua vez aparenta incentivar que tudo continue, como se o caminho seguido estivesse em um estado legal. A realidade diz o contrário, mas por sua vez é totalmente ignorada. Novamente iremos dizer, nesse jeitinho brasileiro de levar a coisa e a vida, já se perdeu a conta de pessoas com os olhos tatuados, já temos registro de quatro pessoas espalhadas pelo Brasil fazendo o procedimento e igualmente os casos de erros. Se não houver uma mudança de postura ética dos profissionais e das pessoas no geral, em um futuro não muito distante podemos ver algum caso bem grave envolvendo a técnica. O que temos visto até agora é uma amostra de que isso é algo que está para acontecer. Temos uma bomba relógio nas mãos.

Tudo isso nos fez pensar, com um certo frio na espinha, nas clínicas clandestinas de procedimentos cirúrgicos. Igualmente nas pessoas que oferecem tatuagem e piercing para serem feitos pelas ruas, como era bem comum ver nos anos 90 no centro da cidade de São Paulo. Pode ser apenas reflexo da má impressão que o eyeball tattooing no Brasil tem nos dado. Jamais esperávamos ter que escrever sobre este procedimento dessa forma e com esse tom.
Para encerrar, gostaríamos de dizer que existe um abismo gigantesco entre dizer que se faz determinada coisa e saber fazê-la corretamente. O que temos aqui é apenas o verbo e o risco.

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30 thoughts on “O que podemos aprender com os erros do eyeball tattoo no Brasil?

  1. Acho que de todos os cuidados indevidos não foi a sugestão do uso do colírio que mais me chocou, mas o fato de ser indicada a compressa de água quente a ele! Nós estamos acostumados a sugerir que se faça compressa de água quente para fins de cicatrização, pois ativa a circulação do local. Mas, para indicar algo, nós precisamos saber o motivo de sugerir aquilo, ou seja, nós precisamos saber por que indicamos uma compressa de água quente: a água quente expande os vasos e os poros e ativa a circulação.
    Daí eu me pergunto o seguinte: em momento algum nem a pessoa que fez o procedimento nem a pessoa que teve o olho pigmentado (que parece trabalhar com tatuagem) pensaram que a água quente ativaria também a “circulação” da tinta???? Isso me parece tão óbvio, imaginar que, esquentando o local por meio da compressa, haverá dilatação dos vasos e a tinta irá se espalhar mais…
    Não estou dizendo que foi o motivo de a tinta se espalhar; de acordo com o FAQ disponível no BME há diversas possibilidades – dentre elas o excesso de pigmento injetado e uma “lavagem” pouco cuidadosa do olho, a fim de que não fiquem excessos tb ao redor dos olhos…
    De qualquer forma, sinto-me triste ao perceber que, quando os primeiros procedimentos feitos pela pessoa dão certo ela começa a querer ousar mais ou a tratar aquilo como algo que ela já sabe, perdendo os cuidados que teria antes, quando “não sabia”… é um movimento totalmente contrário ao que deveríamos ter!

  2. Perfeitas colocações.. basta agora os ditos “Prevencionistas de Plantão” começarem a compartilhar coisas assim, invés dessas intriguinhas que tão rolando pela web.. parabéns pela matéria e imparcialidade…

  3. Eu já achava bizarro a época em que era só ter cabelo colorido pra todo mundo querer comentar no seu Fotolog e afins. Agora a moda é ser “extremo” e com certeza muita gente ainda vai se ferrar com isso. Modificação corporal não é brincadeira!

    OBS: Ótima matéria! To cansada do povo que compartilha informações sem ao menos fazer uma pesquisa básica sobre o assunto.

  4. Vou colocar apenas dois pontos, já citados no texto.
    1) Quem procura o procedimento tem que saber dos riscos, a FAQ está aí pra todo mundo ler e quando se escolhe um procedimento extremamente arriscado como esse se espera que a pessoa tenha noção do que está trilhando para o resto de sua vida.
    Só de ver esse paspalho no vídeo reclamando do procedimento já temos a noção do quão chucro é o cidadão e que óbiviamente não tem nenhuma noção sobre o procedimento que escolheu e das complicações que pode gerar, sequer está preparado para o impacto social causado pelo procedimento.

    Resumindo: se fudeu e muito bem feito que tenha acontecido. Um tremendo de um idiota. Vazar tinta é um dos problemas avisados na FAQ.

    2) Considero extrema falta de ética por parte de todos os “profissionais” que estão fazendo o procedimento. O Rafael Leão é o mais indicado para a realização no Brasil, mas ainda assim não recomendado. Sequer considero o Luna Cobra como alguém digno de ser indicado, mesmo com a experiência que tem existe o risco de algo dar errado. Para todos os efeitos devemos destacar que o procedimento não deve ser feito por ninguém em ninguém.

    Para finalizar quero somente destacar que embora o Jefferson Saiint não tenha avisado o imbecil dos problemas que ele poderia enfrentar no futuro isso não justifica a choradeira. Para um procedimento tão arriscado espera-se que a pessoa já tenha estudado a fundo o procedimento, tenha buscado o máximo de informações possíveis a cerca dos riscos e tenha se informado sobre o profissional.
    O problema é que com exceção de alguns poucos aqui no Brasil, a maioria dos que se submeteram ao procedimento mal saíram das fraldas. São adolescentes com cerca de 20 anos que sequer pensam no impacto social quiça nos riscos – até mesmo de cegueira – futuros. Como exemplo posso citar aquele menino com cara de caveira que em questão de seis meses se submeteu ao eyeball, tatuagem de caveira no rosto todo e tongue split sendo que a única modificação prévia que tinha era uns alagadorezinhos facilmente revertidos, uns piercings comuns e uma tatuagem no peito que pode ser coberta com uma camiseta.
    A molecada hoje não tem noção e nem maturidade para as coisas que estão se submetendo. começam tatuando a cara e se arriscando em procedimentos duvidosos enquanto os mais velhos tatuavam tudo menos os braços e o rosto para poderem passar despercebidos.

    NÃO TEM QUE TER DÓ DESSA CRIANÇADA NÃO. SE NÃO APRENDEU EM CASA COM OS PAIS VÃO TER DE APRENDER NA RUA COM A VIDA. ENTÃO QUE PAGUEM O PREÇO DE SUAS ESCOLHAS E APRENDAM NA BASE DA PORRADA.

  5. Só mais uma coisa, o texto tem partes “estranhas”. É bom dar uma revisada pois o conteúdo e a opinião dada são interessantes. À excessão de Graciliano Ramos, em linguagem escrita, principalmente em textos informativos, menos é mais.

  6. Infelizmente o Brasil sempre vai ser assim, as pessoas pouco se importam com a informação (e não é por falta) isso se chama “povo ignorante” que compra todo tipo de modismo !

  7. Só me resta concordar que a situação no Brasil esteja mesmo beirando a um caso de saúde publica, mas temos que reforçar que a “Informação” poderia evitar muita coisa, é triste ver que alguns profissionais no Brasil sejam tão desinformados, e até mesmo mal qualificado para simples procedimentos.

    Os profissionais deveriam fazer exatamente o que a matéria nos diz, deveriam informar e até mesmo recusar tais procedimentos, pois estamos lidando com pessoas desinformadas, que estão se iludindo com a fama que algumas pessoas tem mostrado ter nas redes sociais.

    Eu realmente tenho esperanças de que a cena da body modification no Brasil melhore, e que esse modismo que cresce mais e mais acabe de uma vez, porque isso não se trata de uma corrida para sabermos quem é o maior Freak.

    Thiago Soares mais uma vez os meus parabéns pela ótima matéria, pelo serviço prestado a toda comunidade, precisamos espalhar artigos como este.

    Grande abraço.

  8. Enquanto não existe lei, leiam o código de defesa do consumidor.
    O consumidor é a parte sempre mais fraca na relação, logo quando duas partes fazem um acordo de algo que não esta de acordo ou não da certo a responsabilidade é do prestador, e este por conseguinte de reparar o erro causado.
    Leiam o código e o mesmo diz que mesmo a parte que sofreu o dano, por descuido ainda é a parte mais fraca da relação.
    Analisem o código a coisa é mais séria do que se imagina.

  9. Como sempre, parabéns pela matéria Thi.
    Apenas irei frisar aqui minha tristeza com o caminhar da Body art nesses últimos anos :/
    A anos estudo e vivencio toda a metamorfose, que hoje se perde nas mãos dessa nova galera.

  10. Bem feito otario vai mecher no que esta quieto so pra ficar parecido com o demonio bem feito tomara que nunca mais sare e vc perca a visao kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk troxa do caralho

  11. Impecável , até eu aprendi um pouco sobre, sou apreciadora da Body art, mas ando com um pouco de receio em fazer eyeball no Brasil,por falta de profissionais capacitados , e sobre a matéria , meus parabéns!
    A primeira informativa que li,ao contrário de muitas que vejo , depreciam e julgam o erro “ou não” de Guillherme ao pagar um procedimento arriscado com um profissional experiente , as pessoas julgam,falam titica(dando mais ênfase a sua escolha estética do que ao assunto mais importante que é a saúde pública) , mas a verdade é que falta um pouco mais de profissionalização por aqui,algumas pessoas desinformadas acabam fazendo tais procedimentos mais baratos porque os preços lá fora estão um pouco abusivos,e levam sequelas para o resto da vida, é uma pena que uma arte que deve ser encarada com tanta seriedade chegue nesse ponto. E para os três últimos comentários citados , vão atrás de informação na Atrevida,Fuxico,Bol , aqui é informação séria,e não fast food de modas temporárias.

  12. Cada qual é responsável pelos seus atos. Todo procedimento invasivo no corpo tem seus riscos, as pessoas têm que parar de achar que só acontece com os outros. Não, não acontece. Houve uma má orientação com relação ao pós, não me parece que o tatuador tenha algum preparo médico para dar essas orientações. Esse menino deveria ter corrido para um Pronto Socorro para ver isso. Não foi, não viu e dançou. Um abraço. Preserve o outro olho pelo menos.

  13. Eu ia fazer uma bela d’uma crítica, mas optei pelo: Meus pêsames meu caro, e se a intenção era parecer o demônio, parabéns, você conseguiu.

  14. Que coisa mais horrível do universo esse tipo de tattoo ‘-‘ puta merda, como tem coragem de colocar uma merda dessa nos olhos ? só pode ter bosta na cabeça mesmo…sem comentários !

  15. É, o cara marcou, nao puxou a capivara antes pra saber a procedência, quando é assim, tava na pressão querendo fazer… Tem que pensa um seguinte… Seu corpo, é uma ferrari, vc vai colocar qualquer adesivo? E de má qualidade? Não, então! Fica esperto!

  16. Caraca,fiz um workshop de Tattoo Realista com esse mano.
    Mas o Trabalho que o cara fez,deu errado e o cara tem que dar uma assistência,indepenente do que rolou.
    Pois aki no meu estúdio,é que rola sempre!!!!
    Mais estudo antes de fazer algo não tão comum.

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